Quem diria? Passaram-se cinco anos em que o senhor foi embora.
Acredita que eu consigo falar sobre ti e não derramar lágrimas? Tudo bem, algumas são sapecas e ainda tendem a escorregar pelas bochechas.
(...)
Ê ê, como escrever sobre você é complicado. Só eu sei de você, só eu sei o que senti por você. E aliás, só eu sei qual foi a dor da sua perda.
(Lateja e arde na alma.)
Os dias ficam pálidos e ver que precisarei seguir sem você é doloroso. Hoje já aceito sua escolha, sua hora ou suicídio indireto. Aceito que há males que vem para o bem, e que você também se foi pelo seu bem. Acredito que estava cansado da rotina e de permanecer deitado assistindo aos mesmos programas na televisão. A exaustão te venceu à cinco anos, e a dor me persegue a esse mesmo tempo.
Dor da saudade de abraçar e sentir o calor de quem transborda frieza e floresce lembranças num cemitério.
Eu sinto sua falta. (Assinado: Neném preto)

Ciao Mayara e Saudações da Califórnia. Esta é minha primeira vez visitando seu blog. Eu também tenho dificuldade em terminar que inicio. Então eu posso simpatizar. Eu queria dar os complemento grande seu post. Seus pensamentos e palavras foram profundamente comovente e pessoal. Você capturou claramente os sentimentos que vêm com a perda de alguém. Obrigado por ser aberto e genuíno. Como dizemos aqui na Califórnia, você sabe como "Keeping it Real”. Obrigado, Mayara.
ResponderExcluirEu também escrevo um blog. Eu escrevo sobre comida, mas com minhas reflexões sobre vida, amor e relacionamentos. Por favor visite. Talvez siga. That would be very cool.