O que mais eu poderia deduzir? Qual foi teu objetivo? Tua escolha? Teu querer...
Somos? E estamos? À dias passo a analisar o porquê deste nosso avesso encaixar-se tão bem, parecido com o guarda chuva num dia de tempestade, ou os óculos quando a visão começa a falhar...
Temos um defeito, um turbilhão deles talvez, palavras saem de bocas de mentirosos e atitudes também são exercidas por covardes, és digno da honra?! Qual é sua escolha agora? A ampulheta deixa com que o grão de areia caia, relógio continua a girar e o Sol, belo Sol insiste em se pôr. Sabes que não tem todo o tempo que precisas, estou partindo, partindo para longe e quem dirá por quanto tempo.
"Esqueça", quem é capaz de esquecer algo que lhe fez bem? Amanheceu? Espere! Não, não espere.
"Arde enquanto presente, mas rasga por inteiro durante toda a ausência. Talvez a indiferença torne suportável o sangue que jorra pelos olhos, por seus doces olhos verdes. Ame!"
(O amando da maneira desagradável, sabe? Amando por amar sem querer algo que volte, sem o retorno, sem paixão que acenda. Sem o fogo que profanam existir, não há flashback ou borboletas...O lado direito da cama está vazio, o café fervendo e a lareira acesa, nunca esperei nada, até porque você não voltou.)
Perfeito!
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