"Por que o querer? Além do superficial, sabe?
Pincelando o desejo, da tua pele em contato com a minha pele. Coisa de gente, sem idealização do perfeito e inocente; é puro, mas quero tê-lo, agora.
Abandonando utopias, e que explodam-se as adoráveis expectativas;
Apesar de almejar-te...fique só ou com ela, quem sabe?
Deixo-te escolher, deixo ser e estar como gostar de permanecer; quem tu és? E o que somos? (Somos "nós"?)
Ora, querido; ora, querido amigo encenando um protagonista antigo, junte-se a mim. Feche teus olhos e faça o que o prazer mandar; sente esse gosto? Amargura e doçura dum veneno que tu mesmo exalou, deite-se aqui..."
Quando espreguiço pela manhã, abro os olhos e nada, não sinto teu cheiro, teus pés gelados nos meus, não te tenho.
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