quinta-feira, junho 28, 2012
Massacre-se
Encontra-se em teu quarto sozinho, escuro e inquieto onde um mínimo barulho o faz levantar da cama e quase enlouquecer. Mexendo os dedos das mãos, passando a mão pela sétima vez no cabelo, o que está havendo? Como explicar o que nem sequer consegue-se entender?
Beirando a loucura, mais fundo que um penhasco... O quê? Tacou a alma e não ouve o barulho do fim? Empurrou a esperança e ainda procura pela vida?
Acorda assustada e nunca decifra sonhos que sempre a confundem e nunca a deixam-se permitir... Fecha os olhos e suspira pela vigésima vez, hora de enfrentar o que eventualmente anda evitando.
Mundo no qual habita, esse mesmo que vives reclamando, inundado de pessoas vazias e sentimentos frescos, seres humanos que de humanos não têm nada. O crescente desejo do dinheiro e a luta pela sua luxúria, perdeis a dignidade (Ou ela nunca a possuiu). Um, dois, três passos à frente por favor, quem será o próximo?
Não há nada de curioso em suas mentes? (Eu sei que há, quer, sei que quer.) Toda essa repulsa do universo não é a única no fundo de ti, repleto por ódio és capaz de odiar-se...Apunhalar a si.
Bocas grampeadas e mentes que mais parecem com um formigueiro, todos os seus segredos, todos esses que esconde de si...Por quê o faz? O medo o impede e o massacra contra seu próprio ser. E quando está disposto a revelar, abres os lábios rasgando os mesmo e então...abocanha a expectativa por ter um tormento no qual não deixa de apoiar-se, problemas, mundo. Viva o conformismo.
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