sábado, abril 20, 2013

Saciar.

É como se tudo estivesse desmoronando por palavras. Estou nervosa, roendo as unhas e deixando com que as lágrimas caiam; E sabe o que eu percebi? Que é sempre assim, é sempre da mesma forma que o problema se transforma em um conflito gigante. Ninguém ouve os gritos, e muito menos os pedidos de ajuda que por acaso são produzidos em absoluto silêncio. As seringas cobertas de angustia, cheias de um perdão nulo. Os biscoitos não enchem mais o pensamento vazio, não matam a fome de álcool e nem a cede de cicatrizes. Vamos, pare de pensar nisso, você está tornando-se uma egoísta, uma completa egoísta; Esses carros, esse som, essa sintonia, está tão alto difícil de alcançar, e impossível de suportar... e eu estou seguindo você, colando os tubos de vazamento, secando o sangue escorrido, pensando antes de pular.

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