terça-feira, janeiro 15, 2013

Dela, qualquer.

Tão profundo, claro, profundamente vazio, querido. Devo perguntar o que está fazendo por aqui a este horário? (Já se passaram das duas da madrugada)
 - Eu não sei o que fazer. - Sussurrou com a voz tremula, escondendo o rosto dentre as mãos.
Como entender?
Voltaremos a estaca de anos passados...Não, por que essa mania de permitir com que o passado me afogue logo quando descanso os olhos?
Eu sei, pedi que retornasse (Implorei com o olhar), apenas deixe-se silenciar o tempo que precisa. Tu precisas de tempo, justo o que atualmente não temos. E de novo, eu adoraria desfrutar de sua companhia, mas acho que não "vale a pena".
Fervendo, estou fervendo mas sei que logo esfriará. E quando dobrou a próxima rua, fiquei observando-o sumir, mesmo que lentamente. (Doloroso)
Descansei meus olhos. Por que regressou? Infelizmente não fisicamente.
Transborde! Náufrago, perdido ou enlouqueci?
Reme, olhe os obstáculos, não meça a força (Pelo menos uma vez); Junte-se aos que merecem a vida e são escravos dela, junte-se!
Saboreie seu viver (Com cautela ou enjoará), mesmo sem o conforto. (Dela, qualquer)

Nenhum comentário:

Postar um comentário