quarta-feira, outubro 10, 2012

Penhasco.

Por quê não ouve? Estou gritando durante cada badalar do sino, a espera de que a noite não se acabe, não durante essa pendência inacabável.
É dolorido buscar pelo antidoto. (Sabendo que não há), e o ardor irá continuar a queimar. A tempos o que falo tornou-se insignificante, e o que tento mostrar por sua vez também possa a ser.
Instabilidade infernal...Óh noite!
Como não os ouvir? Os gritos, silenciosos. Não deixe-se cegar pelo prazer, pois momentos não substituem uma vida, mas há quem possa provar que desses momentos pode-se escrever uma(sua) história.
Mas quem o conhece?
Suas poucas palavras o fazem esconder, ou apenas, o escondem. E deixar de viver, esse fim pleno é realmente feliz? (Não feche os olhos, não novamente)
Algeme suas mãos ao céu, não que ele seja o suficiente ou algo muito além, mas acredito que o infinito que precisamos, não há?
Ignorante, passa a vida entre o nulo e o precipício, onde o erro não é eterno mas as tentativas são limitadas. Jogue!
Ouça! Tente apenas mais uma vez(...) Eu sou você, seus minúsculos desejos calados. Eu sou o que você sempre quis ser e não foi.

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