E a questão seria: Iniciar algo é pior que dar um término pleno?
Desde quando surgiu tanto receio? De onde nasceu dúvida? Não sei nem ao menos quando cheguei a colocar sentimento... Essa sensação estranha e desconfortável, é, não é nenhum pouco adorável como costumam descrever em livros e histórias em quadrinhos, sinto como se houvessem em média trinta rinocerontes brincando de pique-esconde em meu estomago. E sentir-se vulnerável, é completamente constrangedor, imagine-se nu imaginou? Agora imagine-se nu em pleno estádio do Morumbi...
Passar dias tendo um diálogo em frente ao espelho: Tu e teu reflexo. Ensinando o mesmo a pensar "Apegue-se ao desapego, apegue-se em você"; Malditas generalizações, talvez saiba do que estou falando...
Tens medo? Todos temos. Sentimentos vão florescendo, enlouquecendo... Sabe como é sentir-se um babaca? Eu sei!; Escrever mais pra ti do que pra qualquer outra pessoa...
Planejar o intragável e até mesmo imaginar como seria o que não foi. Buscar a esperança na última gota de um copo e desejar ao outro como desejar a si.
Procurar o que não se deve, ver o quê ninguém vê. Cultivando a paranóia e apagando o contexto inicial, desde quando isso passou a fazer mal enquanto deveria estar curando?
Passou de remédio à droga, o exagero tornou o amável em insuportável. Não entendemos, como chegamos até aqui?
Iniciar ou terminar?
O olhar que antes lhe intrigava hoje não interessa, e o que antes era desejo deu origem ao desprezo. Íntimos o suficiente para nos sentirmos intimidados, insuficientes. E por mais uma madrugada ansiando pela cobiça deixaram queimar, íntimos e queridos desconhecidos.
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