Cortada em pedacinhos cá estou eu jogando todos à alto mar, deixando todos por ai pra depois alguém corajoso encontra-los ou apenas de brinde aos tubarões que ali habitam. Não sei dizer-lhe ao certo nessas linhas mais tortas do que retas toda a relação e estado emocional em que me encontro, na realidade eu não devo dizer-lhe nada mas eu preciso.
Afogada nas palavras, enterrada diante as lembranças, o tempo vai passando mas continua parado... tentando explicar eu lhe deixo livre à desistir pois nem tudo, nem todos querem entender o que se passa.
Não foram planos fracassados ou enredos intorrompidos que me fizeram nadar até aqui, culpa? Não há culpa, não há nada além de um conto mal lido... Sussurrado por lábios miseráveis onde a miséria foi querer você. Encontrar a luxúria em seus olhos e esperar pelo fim de qualquer outra forma de sentir.
E sabe do que mais? Queria abolir teu sorriso por fazer-me sorrir e sucumbir por completo minha vontade de exterminar metade do mundo, e logo desejar teu abraço, aconchegar-me em teu corpo...Então, achega-te a mim.
Talvez fossemos mesmo o que tantos dizem, ou não fossemos nada.
Ainda me perguntam "O que há?", perguntas tão simples mas que eu tenho tamanha dificuldade em responde-las e não as respondo; perder a fala e somente observar é o que eu faço de melhor, entender o que se passa na alma ou em um pequeno sorriso de lado.
Não terei como justificar esse final um tanto quanto jogado sob uma linha de raciocínio talvez única ( Apenas minha ), textos nos refletem...certo?
Essa é a conclusão, sou um enredo inacabado pelas falhas.

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