Naquelas manhãs geladas de inverno, há em si um frio intenso capaz de ir bem além de somente estremecer nossos corpos por fora. Ora congelado, ora um tanto quanto morno. Logo acordo olho para o travesseiro e o abraço, onde estaria você agora? Levantou-se e foi embora? Eu lhe disse para ficar... Espere! Você se lembrou da minha dependência constante de café. Então subtamente tudo se tornou um sonho, tudo bem, só parecia um; Abraçando, eu sentia seus braços me envolvendo em um abraço aconchegante. "-Era isso que você esperava? E o café? Como está?" Bem quente como o desejado ( ardente e queimando como a nossa paixão ).
[...]Em questão de minutos estávamos lá, bagunçando a cama novamente que eu havia acabado de arrumar. Mas foi estranho, eu não disse nada que estragasse a nossa manhã desta vez, na realidade enquanto permaneciamos deitados eu lhe contei tantas coisas e não tive nenhuma manifestação negativa. Então fiquei ali desfrutando do nosso corpo e de todos os carinhos e arranhões. Não que fosse algo fora do normal mas você é assim, deixa-me anestesiada e não é nenhum pouco agradável... pelo menos pra mim perceber tal poder ignorante sobre mim; Ah! como poderia esquecer de lembrar do seu cafuné, só pelo fato de adorar cafunés e por ser você interagindo comigo tudo já se torna um pouco além do esperado, na verdade, com você o quê não se torna desejado e maravilhoso? Eu ainda não sei, mas prometo lhe dizer quando encontrar...
É engraçado também a forma que você me assusta e depois ri de mim, gosto do seu sorriso tanto quanto de faze-lo sorrir e, eu sei eu sei isso é uma babaquisse de pessoa apaixonada que enxerga só o que quer ver. E eu não me importo no fundo eu sei que vai doer amanhã[...] Mas estou aproveitando o hoje, você ainda não entendeu? É, troca de carinhos, um cafuné pela manhã e um café para esquentar alguns corações, sabe como é né...

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