quinta-feira, fevereiro 24, 2011

Eu engoli o choro por tantas manhãs, forçando um sorriso amarelo, ou soltando alguns palavriados ofensivos. É a barreira com qual eu mais me sinto segura, a barreira aonde niguém entra no meu modo sentimental, não demonstro expressão qualquer. E o melhor de tudo, é que nenhuma das pessoas, até as que me conhecem da cabeça aos pés, desconfiam de quanto é contanste as lágrimas nas minhas madrugadas. Queria contar-lhes que sim, eu choro quando me sinto assim, eu agarro meu travesseiro, e choro. Deixo descer lágrima por lágrima, grito pra tentar aliviar alguma coisa, que aperta e esmaga o meu coração. O sono me deixa, as pessoas também, e então restam lembranças, que com elas eu dou risada, mas outras me trazem sensações desagradáveis, e ai, eu volto a estaca zero.
 Eu me lembro também das escolhas. "Me desculpa" . É só isso que eu tenho pra dizer, pois as consequências, sinto na pele, na mente, e dentro de mim, nas cicatrizes atiçadas por pimentas, mal fechadas, e sem qualquer tipo de memória apagada.

5 comentários:

  1. quee liindoo, ameei *-*
    muuuuito perfeeito

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  2. nossa may muito lindo !
    fiquei até meia emocionada !
    muito lindo!!!*-*

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  3. Mayara Estou sem palavras para dizer o quando eu amei o seu texto...São Coisas profundas que apenas pessoas que sentiram isso vão saber o quando 'Foda' fico o seu Poema!!^^...Ameiiiiiiiiii

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